Como os dados ficam protegidos
O Olipe Jus separa os dados de cada escritório no banco de dados, cifra documentos e credenciais, usa sessões curtas e registra as ações da equipe em uma auditoria que o sistema não consegue alterar. Nos dados dos clientes, o escritório é o controlador e a Olipe é a operadora, como prevê a LGPD.
- Separação por escritório
- Cada consulta ao banco roda presa ao escritório da sessão, com segurança por linha no PostgreSQL. No portal, cada cliente vê só o que é dele.
- Documentos cifrados
- Documentos, PDFs de assinatura e credenciais de integração são cifrados com AES-256-GCM, com a chave guardada fora do banco de dados.
- Senhas e sessões
- Senhas guardadas só como hash (scrypt). A sessão vale 8 horas, em cookie que os scripts da página não leem. Nas configurações, cada pessoa vê as próprias sessões abertas e encerra uma delas ou todas as outras; trocar a senha encerra todas.
- Auditoria
- As ações da equipe ficam registradas com autor, ação, registro e data, e a conta da aplicação não consegue alterar nem apagar esses registros.
- Cópias de segurança
- Cópia diária do banco e dos documentos, guardada por 14 dias, com teste semanal de restauração.
- Limites de tentativas
- Entrada, cadastro e as demais rotas têm limite de pedidos por minuto para dificultar abusos.
- Assinatura com provas
- Cada etapa da assinatura eletrônica guarda data, hora, IP e navegador em um registro que o sistema não altera nem apaga.
- Operação da Olipe
- O painel de operação da Olipe tem contas e sessões próprias, separadas das do escritório, e exige autenticação em duas etapas.

